Projetos como a AltSchool inspiram. Com um investimento acumulado de US$ 175 milhões, o projeto de "laboratório de inovação - escola" começou em 2015 liderado por Max Ventilla, empreendedor serial que deixou o cargo de Diretor de Inovação no Google para criar um tipo de escola na qual ele colocaria os seus filhos para estudar. A ideia era tão boa e tão sedutora que não foi difícil atrair milhões de dólares em investimentos para criar, a partir de uma rede de micro-escolas, uma plataforma adaptativa de aulas. Três anos depois, a rede de micro-escolas de Max Vetilla está começando a ajustar os investimentos, indicando que inovar é mais difícil do que desenvolver uma plataforma de software e incluí-la na rotina de uma escola.

Milhões de dólares são investidos em tecnologia, conteúdos digitais e inovações. E os resultados ainda não estão maduros.

Para refletir

Para saber mais, compartilhamos aqui uma reportagem especial da Bloomberg, analisando os desafios e as oportunidades que o projeto da AltSchool traz para a educação para o Século XXI.

 

Para nossa reflexão: A escola do futuro vai depender mais de plataformas de software ou mais de uma plataforma de docência? Com um foco excessivo em desenvolver tecnologias de aprendizagem adaptativa (adaptive learning), as escolas deixaram de olhar a oportunidade mais óbvia, o encaminhamento pedagógico adaptativo (adaptive teaching), com mais ênfase nas ferramentas para o docente conduzir suas estratégias de avaliação, reflexão e ajustes do processo de ensinoaprendizagem.

 

Texto para reflexão:

 

Silicon Valley Tried to Reinvent Schools. Now It’s Rebooting

AltSchool, backed by Mark Zuckerberg and other high-profile tech investors, is scaling back and shutting a school as losses pile up.

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